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jun 16

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Galeria encerra exposição do cartunista André Dahmer com noite de Pizza e Jazz

Discotecagem será feita pelo artista Oscar Fortunato e pelo neurofisiologista Francisco Arruda

Nesta quinta-feira (30) a Plus Galeria realiza a terceira edição do Pizza Jazz, evento que conta com a discotecagem do artista Oscar Fortunato e do convidado especial da noite, Francisco Arruda. Neurofisiologista com pós-doutorado na área, Arruda atua no Hospital Neurológico de Goiânia. O pizzaiolo Gabriel Lotuffo, da Oficina Cultural Geppetto, é o responsável pelas pizzas artesanais no forno à lenha. A ocasião marca o encerramento da exposição individual do carioca André Dahmer, que tem mais de 20 trabalhos expostos na galeria.

Haverá ainda o lançamento de uma nova série de gravuras serigráficas de Marcellus Nishimoto, que serão disponibilizadas em caixas adequadas para o armazenamento desse tipo de obra. As caixas contém um par de luvas cada, ideais para o manuseio de gravuras.

“Arte não é apenas para as paredes e não tem o objetivo primordial de decoração. Uma caixa adequada facilita a vida de quem coleciona obras de arte que têm o papel como suporte, como é o caso destas gravuras”, explica a curadora da galeria, Lydia Himmen.

A finissage será a última oportunidade do público conferir e adquirir as obras de Dahmer, que estão em cartaz na galeria desde 7 de maio. Além disso, outras obras em diferentes formatos, suportes e técnicas estarão com preços especiais praticados para a ocasião, dos mais de 20 artistas brasileiros que a instituição representa.

SERVIÇO
O quê: Pizza Jazz na Plus, e Finissage da exposição de André Dahmer
Quando: Quinta-feira (30), das 18h30 às 22h
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia)
Quanto: Entrada a R$ 10. Obras de arte, discos de vinil, comidas e bebidas à venda.
Aceitamos todos os cartões.

Assessoria de comunicação e imprensa por Marcellus Lambada Araújo da Lambada Comunicação

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VINHOS

Pizzas Lacto-Vegetarianas by Gabriel Lotufo
– Margherita;
– Quatro Queijos;
– Abobrinha com Gorgonzola;
– Alho Poró com queijo coalho e melado de cana;
– Alcachofra, abobrinha e cogumelo com muzzarela.

Carta de vinhos, especialmente para a ocasião

Dom Dinis (português)
Urceus, Primitivo (italiano)
Barolo (italiano)

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Foto: Henrique de la Fonte

Jazz nos toca-discos por Oscar Fortunato e seu convidado especial Dr Francisco Arruda, neuro PhD do Hospital Neurológico de Goiânia.

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Foto: Henrique de la Fonte

 

Mais finissage da expo individual de André Dahmer

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Foto: Henrique de la Fonte

 


03
jun 16

Arte é amor. Arte é presente. Arte é futuro.

Galeria promove acesso à arte em evento que celebra a diversidade

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Serigrafia sobre azulejo de Oscar Fortunato

Serigrafada, Clube da Gravura e Garage Tattoo compõem o evento da Plus Galeria, no sábado (11), em comemoração ao Dia dos Namorados

No próximo sábado (11), a partir das 16h, a Plus Galeria comemora o Dia dos Namorados e promove uma edição especial do tradicional happening, a Serigrafada, junto a outros dois formatos de evento que fazem parte da agenda da galeria, o Clube da Gravura e o Garage Tattoo Plus. O objetivo é integrar diversos suportes para a arte, e o tema do evento será a celebração do amor e da diversidade. “Percebemos um retrocesso imenso em nosso País, e não apenas no âmbito da Política, da Democracia, infelizmente; portanto, precisamos reforçar a legitimidade de todas as formas de amor, porque acreditamos no amor e no trabalho enquanto posicionamentos de vida”, afirma a marchand Lydia Himmen.

Obras em série de artistas como André Dahmer, Mana Bernardes, Oscar Fortunato e Marcellus Nishimoto estarão disponíveis a valores praticados especialmente para a edição do Clube da Gravura, criado pela galeria para facilitar o acesso à arte. “Trabalhamos para tornar o mercado de arte mais democrático e acessível, e nosso Clube da Gravura é um desses mecanismos, que nos permite despertar o interesse pela arte e criar novos colecionadores, além de ser um presente especial, porque não se perde com o tempo, aliás muito pelo contrário: o tempo é um forte aliado da verdadeira Arte”, explica Lydia.

A exposição do cartunista André Dahmer está em cartaz na entidade, e os trabalhos ficam expostos até dia 30 deste mês. Além disso, o acervo da galeria, que conta com obras de mais de 20 artistas brasileiros, estará disponível para visita e comercialização, algumas obras com preços especiais de oportunidade para a ocasião.

O tatuador e artista plástico Rustoff integra as atrações do sábado. Em parceria com a galeria, ele realiza a Garage Tattoo Plus, e levará para o espaço desenhos que poderão ser tatuados no local, conhecidos como flashes.

Para a Serigrafada, participam os artistas Oscar Fortunato, idealizador e Marcellus Nishimoto como artista convidado, ambos utilizando a técnica da Serigrafia. Qualquer peça de vestuário pode ser impressa, desde que seja de algodão ou fibras naturais. Tecidos sintéticos não são possíveis porque os artistas usam uma tinta chamada plastisol, que é seca imediatamente sob forte fonte de calor. Cada aplicação tem o valor de R$ 25.

 

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Serigrafias de Marcellus Nishimoto

SERVIÇO
O quê: Serigrafada e Clube da Gravura Plus, edição especial Dia dos Namorados
Quando: Sábado (11), das 16h às 22h.
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia).
Quanto: Entrada franca. Serigrafias, obras de arte, tatuagens, comidas e bebidas à venda.


Marcellus Araújo
Jornalista
(61) 9156-7979

 

Arte

 

As Serigrafadas são eventos tradicionais da Plus Galeria (formato criado e desenvolvido pelo artista Oscar Fortunato, Plus Galeria.
Qualquer peça de vestuário pode ser serigrafada, desde que seja de algodão.

Como funciona:

Os artistas Oscar Fortunato e Marcellus Nishimoto disponibilizarão algumas Artes nesse dia, e apenas nesse dia, para impressão em serigrafia.

As impressões são feitas na hora pelos artistas, em camisetas (e/ou peças de vestuário, de algodão, jeans, fibras naturais) trazidas pelas pessoas. Tecidos sintéticos não são possíveis.

A tinta utilizada é a Plastisol, impressa e seca na hora sob forte fonte de calor.

Importante:
Cada um traz suas peças de vestuário. Não teremos camisetas à venda aqui.
Cada impressão custa R$ 25,00.

 

Artes de Oscar Fortunato para esta Serigrafada™

As cores são como estão nas fotos: Coração na tinta vermelha, Cenas Amorosas na tinta preta e Shine Only na tinta fotoluminescente (brilha no escuro).

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Artes de Marcellus Nishimoto para esta edição da Serigrafada™

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Flashes de Rustoff

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18
maio 16

Pizza e Jazz, segunda edição

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Galeria promove happy hour com jazz e pizza no feriado
 
Haverá ainda lançamento de nova série de gravuras do artista goiano Marcellus Nishimoto. A discotecagem é de Oscar Fortunato
 
Nesta quinta-feira (26, feriado de Corpus Christ), a partir das 18h30, a Plus Galeria de Arte lança uma nova série de gravuras do artista plástico goiano Marcellus Nishimoto. O evento conta ainda com a participação do pizzaiolo Gabriel Lotufo, que fará pizzas lacto-vegetarianas e veganas (sem produtos de origem animal, como leite e ovos) no forno à lenha.
 
Além do acervo da galeria, que conta com obras de mais de 20 artistas brasileiros, também está em cartaz a exposição do cartunista André Dahmer. A mostra reúne mais de 30 obras do carioca e fica na galeria até 30 de junho.
 
Azulejos antigos serigrafados por Oscar Fortunato e a nova série de adesivos do artista estarão disponíveis a preços especiais durante o evento. Fortunato também será o responsável pela trilha sonora, e vai tocar uma seleção de discos de jazz de sua coleção particular de vinis. “O jazz vai ficar por minha conta, mas não me chamem de DJ”, reforça.
 
SERVIÇO
O quê: Pizza e Jazz na Plus Galeria
Quando: Quinta-feira (26), das 18h30 às 22h
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia)
Quanto: Entrada a R$ 10. Obras de arte, comidas e bebidas à venda.
Aceitamos todos os cartões.
 
Assessoria Marcellus Lambada Araújo
Lambada Comunicação

 

 

PIZZAS lacto-vegetarianas e veganas (sem nenhum ingrediente de origem animal) no forno à lenha, por Gabriel Lotufo

Fotos: Layza Vasconcelos

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Discotecagem em vinil de JAZZ por Oscar Fortunato

Fotos: Henrique de La Fonte

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02
maio 16

Expo André Dahmer na Plus

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André Dahmer abre exposição na Plus Galeria

Cartunista participa de edição especial da Serigrafada na vernissage, dia 7. Mostra que comemora os seis anos da galeria fica em cartaz até 30 de junho

No próximo dia 7 de maio (sábado), a partir das 16h, a Plus Galeria realiza a abertura da exposição individual de André Dahmer. A vernissage será a comemoração oficial dos seis anos da galeria, e vai contar com a presença do cartunista, que também participará do happening desenvolvido pelo artista Oscar Fortunato, a Serigrafada.

Ao todo, serão expostos mais de 30 trabalhos do carioca, que ficam em cartaz na instituição até 30 de junho. Entre as obras estão desenhos manuais no formato das tirinhas de humor e charges, atividade que tornou Dahmer conhecido nacional e internacionalmente, originais em aquarela e nanquim e ainda gravuras que evidenciam a vertente mais poética da criação do artista. Vencedor de três edições do Troféu HQmix, a mais importante premiação da área, ele publica tirinhas diariamente nos jornais O Globo e Folha de São Paulo, além de trabalhar para publicações como o Portal G1 e LeMonde Diplomatique.

Dahmer define seu trabalho paralelo ao dos jornais como um descanso. “Desenho para descansar de meu trabalho como desenhista. A poesia que há nesses trabalhos sempre existiu, é algo mais delicado, mas não tenho medo nenhum disso, eu os faço com a mão leve e a cabeça mais livre, mas nem sempre são temas alegres de se ver, porque muitas vezes os temas são elementos de um futuro distópico”, explica.

Para a curadora e fundadora da Plus, Lydia Himmen, chegar aos seis anos da galeria com uma exposição de Dahmer “é algo muito adequado, porque temos posturas políticas e sociais muito semelhantes”. A entidade trabalha de forma independente, ou seja, não pleiteia financiamentos em quaisquer leis governamentais de incentivo. “Somos independentes para que possamos manter nossa postura crítica intocada”, evidencia Himmen.

Ela ressalta que a maior conquista da galeria desde a sua abertura é a formação de público consumidor. “Procuramos democratizar e facilitar o acesso à arte. A internet é nosso grande mecanismo de comunicação com colecionadores e admiradores de todas as partes do Brasil e do mundo, mas é notável que há um público local que interage com nosso espaço de forma cada vez mais intensa”, avalia.

LINKS

Evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1535627486743542/

Site da Plus Galeria:
http://plusgaleria.com.br/

Fanpage da Plus Galeria:
https://www.facebook.com/plusgaleria

Fanpage de André Dahmer:
https://www.facebook.com/malvadoshq

SERVIÇO
O quê: Vernissage da exposição de André Dahmer
Quando: 7 de maio (sábado), às 16h
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº70, Setor Sul, Goiânia-GO)
Quanto: Entrada franca


Marcellus Araújo
Jornalista
(61) 9156-7979

 

SERIGRAFADA™

Para a Serigrafada, happening criado e desenvolvido pelo artista Oscar Fortunato, mestre em Serigrafia, qualquer peça de vestuário pode ser impressa (camisetas, vestidos, jaquetas, ecobags, echarpes, calças, camisas, etc), desde que seja de algodão ou fibras naturais. Tecidos sintéticos não são possíveis porque é utilizada uma tinta chamada Plastisol, que é seca imediatamente sob forte fonte de calor.
Cada aplicação tem o valor de R$ 25,00.

Importante:
As peças são serigrafadas na hora. E apenas neste dia.
A tinta é preta.
Teremos camisetas da Hering à venda durante o nosso evento, em diferentes tamanhos, modelos e cores.

 

Artes de André Dahmer disponíveis para esta edição da Serigrafada™

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Artes de Oscar Fortunato disponíveis para esta edição da Serigrafada™. Tintas nas respectivas cores das fotos:

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Entrevista

DAHMER: “TODO MUNDO NASCE DESENHISTA”

André Dahmer fala sobre democracia, internet e seu fazer artístico com a lucidez de quem sabe que as barreiras da arte que conhecemos estão se esgotando mais rápido do que muitos querem acreditar

 

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Quem produz a partir da internet para outras plataformas entende melhor que ninguém o quanto ela alterou todas as formas de consumo e de informação. André Dahmer, que iniciou as tirinhas Malvados na internet, em 2001, não pensa diferente, e sabe que o mercado de arte vertical está se reformulando em todas as áreas. Em entrevista, ele fala sobre seu processo criativo, sobre seu trabalho como cartunista e como artista plástico, sobre o mercado editorial e sobre como se relaciona com o que cria.

Marcellus Araújo – Por que a exposição não tem um título?

André Dahmer – Não tem nome mesmo. Tem desenhos que eu nem assino, porque eu acho que atrapalha. Muitos pintores não assinam seus trabalhos. As gravuras são numeradas e assinadas, para que elas não tenham o mesmo valor de uma cópia simples. Não acho que gravuras devem ter mais de 50 cópias. Eu, quando serigrafo, faço 10, 12 cópias apenas, porque se for muito mais, você banaliza as coisas. Não estamos aqui pra fazer dinheiro. Estamos aqui pra fazer obras de arte. Já tem muita gente cuidando dessa parte de fazer dinheiro.

MA – Existem alguns temas que estão presentes nas obras da exposição? Você pretende evidenciar comportamentos, assuntos atuais, fazer críticas?

AD – Alguns cartuns são recentes e fazem críticas de costume, além de terem uma conotação política mais evidente, assim como as charges. E os outros desenhos seguem temáticas que eu persigo há tempos, a praia, o futuro distópico. Não é exatamente alegre de se ver. Mas é uma exposição acessível em todos os sentidos.

MA – Seu trabalho como artista plástico sempre existiu paralelamente ao trabalho de cartunista? Esse tipo de categorização te incomoda?

AD – Sempre existiu o desenho livre. Eu desenho pra descansar do meu trabalho como desenhista. Eu desenho pra conseguir dormir. É um volume enorme de criações sem finalidade de trabalho, sem obrigação alguma, e eu acho que eu posso trabalhar sem tempo, sem prazo, porque o grande mérito desse tipo de trabalho é o descompromisso. Mesmo que hoje eles tenham um valor de mercado, eles são feitos pra descansar, pra limpar a minha cabeça. Desenho com a mão mole e com a cabeça vazia. Demora a entender isso tudo, porque quando eu era mais novo, tinha alguns preconceitos com artes plásticas. Poesia é uma coisa mais delicada, mas não tem porque ter medo disso. E na verdade a gente tem que ter muita coragem pra ver a vida como infinita. Quase todas as coisas que a gente faz depois que acorda não têm sentido nenhum.

MA – O que significa para você fazer uma exposição individual em Goiânia, um local relativamente distante do seu ambiente mais comum?

AD – O eixo Rio-São Paulo exclui artistas, sempre foi assim. Mas esse tipo de iniciativa combate isso. Por isso eu também quis fazer uma exposição em Belém (2015), só de aquarelas. Acho importante fugir desse eixo. Vivo no Rio de Janeiro e vou muito a São Paulo pra trabalhar. Fiquei impressionado com a quantidade de artistas bons que existem em Goiânia. São trabalhos excelentes e rostos que deveriam ser conhecidos no país todo.

MA – Você vai participar da Serigrafada durante a abertura da exposição. Por que você se sentiu atraído pela ideia?

AD – Estou envolvido com a serigrafia desde os meus 14 anos, quando eu fazia camisetas pra mim e meus amigos, com elementos de coisas que a gente gostava na época. Gosto muito de serigrafia porque ela pode ir para o papel e ter status de arte, mas também pode ir pra camiseta, que é como um muro, um local pra você colocar um recado no peito. Pra Serigrafada eu fiz poemas pequenos, curtos. E serigrafar camiseta artesanalmente é muito diferente de colocar meus trabalhos em fraldas, sabonetes ou qualquer coisa assim, porque assim se perde o destino da criação. Respeito quem faça isso, como o Maurício de Sousa, por exemplo. Não é falta de ambição da minha parte. Mas não é essa a destinação do que eu faço.

MA – E qual é a sua destinação?

AD – Estou com muito mais interesse em fazer as coisas direito e devagar, no meu tempo. Não quero passar vergonha depois. Hoje eu olho pro meu trabalho e tem coisas que eu vejo que fiz e não gostei. Mas nada grave, porque isso tem um lado bom, de se regular. Você sabe muito bem quando você está mentindo pra você mesmo e quando está fazendo as coisas com verdade. E essa autorregulação é só o artista que pode fazer.

MA – Mas o trabalho nos jornais é diário e não te permite trabalhar num tempo mais contemplativo. Como você administra isso?

AD – Fazer tirinha pra jornal todo dia não é mole, não é o emprego dos sonhos que todo mundo imagina. Requer trabalho diário, de jornalista mesmo. A vida é muito curta pra gente fazer as coisas por fazer.

MA – Além dos livros publicados, você tem outros trabalhos semelhantes em andamento?

AD – São sete de quadrinhos e mais três de poesia. O sétimo de quadrinhos vai ser publicado em maio, pela Cia das Letras. Mais três de poesia, já publicados, que eu faço com editoras menores, que gostem de trabalhar de forma mais artesanal. Normalmente eles têm uma tiragem menor porque poesia se vende muito menos. Mas seria melhor ser enterrado como poeta do que como cartunista.

MA – Muito se fala em inspiração artística. Mas você já disse que segue a uma motivação íntima, não inspiração. Então, qual é a sua motivação?

AD – A pior delas. Não é por fama, dinheiro, ou um mundo melhor. É porque eu preciso fazer. Parece muito com fome. É como se eu precisasse comer. E diante dessa fome, todo o resto é uma coisa menor. É criar pra poder ficar bem de espírito. Mesmo que eu fosse amador para o resto da vida, eu continuaria desenhando, mesmo se me cortassem tudo e eu fosse vender cerveja na praia.

MA – O desejo é o fiel da balança?

AD – Quando a gente tem desejo, é um sinal de que dá pra continuar a vida, com todas as suas durezas e problemas. Se temos desejo, fica mais fácil viver. E meu desejo de trabalhar é enorme. É o desejo de tanta gente se aposentar. Eu não quero me aposentar de jeito nenhum. Por isso que arte é tão importante, nem que seja um violãozinho, pra você poder tocar e tirar os demônios. Todo mundo nasce desenhista. Mas quase nenhum adulto desenha, fico com medo disso, porque parece que tiram das pessoas algo instintivo. Se tiram da gente as artes e a música, isso é de uma crueldade muito grande, porque são atividades tão naturais quanto chorar ou fazer cocô. Deve ser muito difícil a vida das pessoas que não desenham, e das pessoas que não tem violão.

MA – Você é da primeira geração a produzir conteúdo na web, no início da popularização da internet. Tem alguma leitura sobre como está atualmente esse cenário de criação e produção no país?

AD – Fui um dos primeiros da internet a fazer quadrinhos, é verdade! Naquela época tinha o domínio que você quisesse na internet. Uma geração inteira mostrou o trabalho que faz na internet. A internet mudou a forma como as pessoas trabalham. Você não tem mais um grande padrão, um grande cara, uma grande revista. O herói está acabando, e cada vez mais você vai ter várias pessoas não muito conhecidas atuando, ao invés de dois ou três extremamente conhecidos.

MA – É o mesmo fenômeno da música?

AD – Ninguém mais vende um milhão de discos. Antigamente, se lançava disco e não se fazia show nenhum. Agora mudou tudo, não ter mais estruturas tão verticais é ótimo. Eu vivo do impresso, e meus livros são vendidos, mas eu não tenho nenhuma vontade de ver essa política de segregação perpetuada. Música tem que ser de graça, mas as relações se transformam, e os grandes têm que entender que cada um vai ganhar um pouquinho. São tempos maravilhosos pra se produzir conhecimento e informação.

MA – A melhor fase dos quadrinhos no Brasil já passou?

AD – Somos tão bons quanto a Argentina. Temos um grande humor gráfico, que vem de muito tempo. Não sei se há mais oportunidades do que nos anos 1980. Mas eu acredito que há espaço pra leitura na internet. Tem muita gente muito conhecida em grupos menores, porque a internet horizontaliza as relações.

MA – Muitos cartunistas dizem que em momento políticos intensos há muito material de trabalho. Você acredita nisso?

AD – O Jaguar diz que nunca quer que os políticos melhorem. Eu acredito que a gente tá vivendo uma fase difícil. A gente tá vivendo um problema institucional muito grande. Odeio os ministros da Dilma e a condução que ela faz. Mas tirar ela do mandato não é solução alguma. Somos presidencialistas. Se achamos ruim, esperamos as eleições e ali tiramos ela. Não estamos no parlamentarismo. Isso nos coloca numa situação de insegurança política enorme. O Fernando Henrique Cardoso era muito impopular no segundo mandato dele. Mas ele tinha que ficar até o final. Não acho que a gente tenha que tirar o (Geraldo) Alckmin do poder pelas pedaladas fiscais que ele cometeu. Elegemos, somos responsáveis. Nossa democracia tem só 30 anos. Não podemos acabar com ela. Foi muito duro pra se conquistar.

MA – O mercado editorial ainda é uma dificuldade? Sua projeção pública tem facilitado as coisas?

AD – Tenho o apoio de uma editora grande, e eu tenho uma facilidade, mas é criminoso eu dizer que o mercado está ótimo. Muita gente boa não tem isso. A produção intelectual está mudando. Só agora você pode entrar numa livraria grande e ter uma sessão só de quadrinhos que não seja de criança. Uma youtuber vende 40 mil livros. Que poeta vendeu isso no Brasil? Manoel Bandeira? E para o mercado de quadrinhos não é diferente disso. Eu vendo relativamente bem, mas a maioria, nem isso.

MA – O que mais te irrita no processo de criação?

AD – Não lograr sucesso quando vou trabalhar. Sucesso em realizar a obra, sabe? Ás vezes passo dias pensando numa série nova, e quando as ideias não estão claras, isso me causa uma irritação. Essa incerteza acompanha o trabalho de criação o tempo todo. Mas ao mesmo tempo, não falta motivo pra desenhar. Brancos não me acontecem, o que acontece é não saber logo o que tem que se feito. Picasso diz que não se faz nada sem a solidão. E ele está certo. Tem gente que desenha com música. Eu preciso de silêncio total. Criar necessita de uma amplitude, e ela precisa da solidão.

MA – E onde está o prazer de trabalhar? Na hora em que você vê que terminou?

AD – Terminar é uma das ondas boas. Mas no dia seguinte eu preciso de mais. Acertar um desenho é um prazer. Eu não desenho com lápis ou borracha, eu vou com o bico de pena direto. Pra chegar em 25, eu faço 500. Uma soma real. Mas eu não faço coisas fáceis, não estou aqui pra isso. Não estou interessado no fácil, porque isso eu sei fazer, eu me interesso pelas difíceis, o que eu ainda não sei.

MA – O que mudou na internet com tantas redes sociais e acesso cada vez mais democrático?

AD – Hoje todo mundo produz conteúdo. Naquela época, poucos produziam imagens, textos. A maioria entrava pra ler. Essa geração foi pioneira, e aprendemos no braço como fazer, era tudo no HTML. Quando a ferramenta (de publicação) apareceu, houve uma maximizada. Era o início das redes como a gente conhece agora. Hoje cada vida é uma novela. Mas mesmo com tanta sujeira, ainda é muito melhor assim. Veja quanta gente boa apareceu graças a isso, na música, nas artes todas… A luta por espaço, por criação, por respeito, é permanente, só acaba quando morre.


15
abr 16

Pizza e Jazz na Plus

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Galeria encerra exposição com discotecagem em vinil de Jazz e festival de pizzas

Curadoria musical de Oscar Fortunato marca a finissage de Cidades em ritmo de Jazz

No próximo dia 21 (quinta-feira), feriado de Tiradentes, a Plus Galeria realiza em Goiânia o encerramento oficial da exposição individual do artista plástico Zé César, denominada Cidades. A mostra está em cartaz na galeria desde o último dia 12 de março, e conta com mais de 40 obras produzidas pelo artista. “Nossa agenda de exposições se intensificou a partir do início de 2015, e teremos muitas novidades ainda para este ano”, acentua a curadora e fundadora da galeria, Lydia Himmen.

Para a finissage, a casa vai contar com um festival de pizzas vegetarianas e veganas (sem o uso de qualquer produto de origem animal) feitas por Gabriel Lotufo. Elas serão preparadas no forno à lenha construído recentemente nas dependências da galeria, que conta também com um novo espaço exclusivo para venda de discos de vinil.

A trilha sonora do evento será executada pelo artista plástico Oscar Fortunato, que selecionou discos de seu acervo particular para a ocasião. Toda a discotecagem de Fortunato será de grupos e cantores de Jazz, e fazem um traçado da produção do estilo de diversas épocas e lugares do mundo.

Em maio deste ano a Plus Galeria comemora seis anos de atuação no mercado de arte, e está preparando uma exposição especial do cartunista André Dahmer, além de obras de mais de 20 artistas que representa no Brasil e no exterior. Segundo Himmen, “mesmo em um momento econômico que requer cautela de todos nós, consumidores e trabalhadores da cultura, nossa galeria experimenta um fortalecimento gradativo no mercado de arte com uma postura sempre independente de financiamentos do poder público de quaisquer esferas”, explica.

SERVIÇO
O quê: Finissage da exposição Cidades, de Zé César
Quando: Quinta-feira (21), das 18h30 às 22h
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia)
Quanto: R$ 10 a entrada. Ingressos vendidos somente na porta. Obras de arte, discos de vinil, comidas e bebidas à venda.

Marcellus Araújo
Lambada Comunicação

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01
abr 16

Serigrafada™ em Abril

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09 de Abril (sábado), na PLUS Galeria de Arte, das 16h às 22h. Entrada franca.

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Serigrafada com o artista: Oscar Fortunato , criador e idealizador deste evento. As serigrafias são impressas na hora pelo artista, em camisetas (e/ou peças de vestuário, de algodão, jeans, fibras naturais) trazidas pelas pessoas ou compradas aqui na Plus (teremos camisetas da Hering à venda, em diferentes modelos, cores e tamanhos). Tecidos sintéticos não são possíveis. A tinta utilizada é a Plastisol preta, impressa e seca na hora sob forte fonte de calor. Cada impressão custa R$ 25,00.

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Feira de Vinil Plus: venda especial de mais de mil vinis, preços entre 2 e 100 reais cada, curadoria de Oscar Fortunato, grande colecionador e apreciador de vinis há quase 3 décadas.

Garage Tattoo Plus com os artistas: Diogo F. Honorato (Rustoff) e El Mendez Enc

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Venda especial de lambes, adesivos, azulejos e oportunidades em telas, originais e gravuras.

Participações especiais:

Su Martins, da Salamandra do Fogo,  com customizações de camisetas e sacolas especiais para vinis.

Hering, teremos camisetas desta marca à venda durante o nosso evento, em diferentes tamanhos, modelos e cores.

Comidas vegetarianas e veganas por Thaisy Sosnoski.

 

Artes disponíveis para esta edição da Serigrafada™

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Release

Nova edição da Serigrafada terá feira de vinil

Happening tradicional desenvolvido pela Plus Galeria será realizado neste sábado. A casa vai colocar mais de mil discos à venda a partir de R$2.

Uma nova edição da Serigrafada será realizada pela Plus Galeria no sábado (9), a partir das 16h. O formato de happening foi desenvolvido pela curadora da casa, Lydia Himmen, e é uma criação do artista plástico Oscar Fortunato. Colecionador e consumidor de discos de vinil há mais de 20 anos, Fortunato selecionou mais de mil discos para a feira temática que será realizada durante o evento, com discos a partir de R$ 2.

Oscar tem vasto histórico de atuação no cenário da música independente de Goiânia. Já foi organizador de espaços de movimentação para músicos e público consumidor da cultura underground da capital, como selos e lojas de discos. A curadoria dos itens da feira é assinada por ele, que decidiu também os preços que serão praticados. ( na feira ). “Fui achando coisas interessantes, comprando lotes fechados e coloquei coisas algumas coisas minhas também. E fiz com imparcialidade, não levei em conta meu gosto particular. Caso tivesse feito isso, não teria a quantidade de MPB que teremos”, acentua.

Em cartaz, a exposição Cidades, de Zé César, que permanece nas salas principais da galeria até o dia 16 deste mês. Além disso, também estará disponível o acervo de Arte da galeria, que conta com obras de mais de 20 artistas brasileiros. Algumas obras de arte (do acervo) estarão com preços especiais para a ocasião.

Os tatuadores e artistas El Mendez e Rustoff integram as atrações do sábado. Em parceria com a galeria, eles vão realizar a Garage Tattoo Plus, e levarão para o espaço desenhos que poderão ser tatuados no local, conhecidos como flashes.

Para a Serigrafada, qualquer peça de vestuário pode ser impressa, desde que seja de algodão ou fibras naturais. Tecidos sintéticos não são possíveis porque os artistas usam uma tinta chamada plastisol, que é seca imediatamente sob forte fonte de calor. Cada aplicação tem o valor de R$ 25,00.

Su Martins, a estilista à frente das criações da Salamandra de Fogo, fará customização de camisetas e outras peças de vestuário e acessórios. Ela também vai levar para a feira sacolas de tecido que receberam intervenções de Fortunato.

SERVIÇO
O quê: Serigrafada Plus com feira de vinil
Quando: 9 de abril (sábado), das 16h às 22h.
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia).
Quanto: Entrada franca. Serigrafias, obras de arte, discos de vinil, comidas e bebidas à venda.


Marcellus Araújo
Jornalista
(61) 9156-7979
Lambada Comunicação


15
mar 16

Happy Hour

Galeria lança nova edição de cerveja colecionável
Projeto chega à quinta edição e leva assinatura do goiano Oscar Fortunato
CervejaPutz01Nesta quinta-feira (17), a partir das 18h, a Plus Galeria lança o novo rótulo do projeto Cervejas Plus Edições Artísticas. A nova cerveja, do tipo weiss, é assinada por Oscar Fortunato, que gravou as garrafas manualmente com a técnica da serigrafia.

Na ocasião a casa também disponibiliza a preços especiais nova série de desenhos originais do artista plástico Marcellus Nishimoto. O evento conta ainda com a participação do pizzaiolo Gabriel Lotuffo, que fará pizzas vegetarianas para o público presente.

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Além do acervo da galeria, também está em cartaz a exposição Cidades, de Zé César. A mostra reúne mais de 40 obras do veterano e foi aberta na semana passada.

Cervejas colecionáveis

O projeto Cervejas Plus Edições Artísticas chega a sua quinta versão, e já contou com a participação de artísticas como o paulista Zé Otávio, o catarinense Ramon Rodrigues e o goiano Rustoff.A bebida é produzida de modo artesanal pelo norte-americano Dwain Santee, da moagem até o envase. O rótulo desta edição foi criado por Oscar Fortunato, que aplicou o desenho diretamente na garrafa pela técnica da serigrafia, usando tinta porcelana líquida.

O método de gravação oferece resistência ao material, o que possibilita que as garrafas sejam, além de embalagens, artigos colecionáveis.

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SERVIÇO
O quê: Lançamento da 5ª edição da Cervejas Plus Edições Artísticas
Quando: Quinta-feira (17), das 18h às 22h
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia)
Entrada franca. Obras de arte, comidas e bebidas à venda.
Marcellus Araújo
Jornalista
(61) 9156-7979

07
mar 16

Cidades, de ZèCésar

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Zé César abre exposição individual em Goiânia
 
Vernissage acontece neste sábado (12) na Plus Galeria. São mais de 40 obras do artista goiano na mostra
 
“Cidades” é o nome da exposição que o artista plástico Zé César abre na Plus Galeria neste sábado (12). A vernissage será realizada a partir das 17h. A mostra reúne mais de 40 obras realizadas a partir de 2014 de um dos veteranos mais atuantes das artes plásticas em Goiás. Fica em cartaz na galeria até 16 de abril.
 
Zé César tem como tema da mostra o principal elemento que guia suas pesquisas artísticas recentes, as metrópoles. “É uma busca pela representação de cidades, com seus aglomerados urbanos e crescimento desordenado, que comprometem a qualidade de vida do cidadão”, explica o artista.
 
Professor de gravura da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG) desde 1980, o artista é reconhecido como um mestre gravador entre outros artistas e pesquisadores da área. As gravuras que farão parte da exposição são litografias a seco, processo alternativo de litografia com chapas de offset e silicone, que Zé César aprendeu recentemente, no período em que esteve no México, em 2014. Cinco dessas peças foram feitas no país, e as demais em Goiânia.
 
Séries
Duas séries de trabalhos em papelão serão apresentadas no espaço expositivo. A primeira, que é composta por 15 peças, revela metrópoles construídas com recortes de papelão trabalhados com incisões, colados dentro de caixas abertas do mesmo material. “São cidades montadas dentro de pequenas caixas, cidades encaixotadas, que, de certa forma, remetem ao crescimento desordenado das cidades, das metrópoles superpovoadas. São trabalhos “quase” tridimensionais” define Zé César, que também é percussionista da banda goiana Umbando.
 
A outra série é feita com caixas de embalagem, em geral caixas de computadores, notebooks ou impressoras, onde o artista gravou janelas e portas coloniais, usando estiletes. São trabalhos tridimensionais que fogem ao tema das metrópoles, mas abarcam ainda a cidade como pano de fundo. Segundo o artista, essas peças são simulacros de casarios coloniais, baseados em fotografias feitas principalmente na Cidade de Goiás.
 
SERVIÇO
O quê: abertura da exposição Cidades, de Zé César
Quando: 12 de março (sábado), às 17h
Onde: Plus Galeria (Rua 114 nº 70. St. Sul – Goiânia-GO)
Quanto: Entrada franca
Assessoria de Comunicação
Marcellus Araújo
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14
fev 16

Clube da Gravura Plus

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Galeria promove ação para facilitar acesso à arte

Evento está em sua segunda edição, e vai contar com trabalhos do cartunista André Dahmer

A Plus Galeria realiza neste sábado (20) a partir das 16h, a segunda edição do Clube da Gravura. A ideia do projeto da curadora responsável pelo espaço, Lydia Himmen, é incentivar pessoas que gostam de arte e querem se tornar colecionadores a começarem ou incrementarem seus acervos. “Nosso foco está não apenas nos jovens que gostam do tema, queremos aproximar todas as pessoas no universo da arte, e desmistificar possíveis distanciamentos”, afirma a curadora.

A iniciativa consiste no lançamento de séries exclusivas de gravuras a preços mais acessíveis do que os praticados no mercado de arte. Estas obras serão comercializadas durante o evento e o valor muda a depender de especifidades do trabalho, como tamanho, intensidade de manipulação e materiais aplicados.

O cartunista carioca André Dahmer, que se tornou conhecido no Brasil graças às tirinhas Malvados, participa desta edição. Sua conterrânea Mana Bernardes também assina obras que estarão disponíveis na ocasião. Os goianos Oscar Fortunato, Rustoff, El Mendez, Lupe e Zé César, artista plástico Doutor em Artes Visuais pela UFG, e Edith Lotufo, alemã residente em Goiás. Também integram a mostra comercial o xilogravurista catarinense Ramon Rodrigues, o baiano Adriano Castro, e a paulista Mariana Martins, fundadora da galeria Choque Cultural.

Todos os artistas que compõem o evento são mestres gravadores, ou seja, artistas plásticos especialistas em gravura, que dominam e executam todas as etapas da confecção da obra. “O valor artístico de uma gravura está no fato de todo o processo ser manipulado por quem assina o trabalho, sem terceirizações, e também na qualidade dos papéis e outros suportes, que demandam estudos por parte dos artistas, e das tintas utilizadas”, explica Lydia.

Happening

Haverá ainda a impressão de gravuras em metal durante o evento, feitas por Oscar Fortunato. Ele vai utilizar uma prensa antiga de pressão, e os presentes serão convidados a participar do processo. As obras serão assinadas na hora pelo artista e disponibilizadas imediatamente ao público.
Serviço
O quê: Clube da Gravura Plus.
Quando: Sábado (20), das 16h às 22h.
Onde: Plus Galeria de Arte (Rua 114, 70. Setor Sul. Goiânia).
Quanto: Entrada franca. Obras de Arte à venda. Bebidas e comidas à venda.

Marcellus Araújo
Jornalista

(61) 9156-7979

14
jan 16

Serigrafada com Oscar Fortunato e Nishimoto

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23 de Janeiro (sábado), na PLUS Galeria de Arte, das 16h às 22h.

Serigrafada com os artistas: Oscar Fortunato e Nishimoto.

Garage Tattoo Plus com os artistas: Diogo F. Honorato (Rustoff) e El Mendez Enc

Venda especial de adesivos, azulejos e oportunidades em telas, originais e gravuras.

Participações de:

Su Martins, da Salamandra do Fogo e Toy Capenga,  com customizações de camisetas e outras peças de vestuário, toys, ecobags, bolsas, roupas.

Gabriel Jenior Lotufo fazendo pizzas vegetarianas e veganas no forno a lenha.

Brownies da Doce Pitéu

Cerveja gelada e drinks especiais por Fábio Dias.

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Galeria abre calendário de 2016 com nova edição de happening tradicional
Happening será realizado pelos artistas plásticos Nishimoto e Oscar Fortunato

Dia 23, uma nova edição da Serigrafada marca a abertura do calendário da Plus Galeria para este ano. O formato de happening, desenvolvido pela curadora da casa, Lydia Himmen, é uma criação do artista plástico Oscar Fortunato. No sábado, ele será executado por Fortunato e pelo artista convidado Marcellus Nishimoto.

Em cartaz, o acervo da galeria, que conta com obras de mais de 20 artistas brasileiros. O evento também será uma oportunidade para adquirir telas e gravuras das mais diversas técnicas artísticas por preços que serão praticados apenas na ocasião.

Os tatuadores e artistas El Mendez e Rustoff integram as atrações do sábado. Em parceria com a galeria, eles vão realizar a Garage Tattoo Plus, e levarão para o espaço desenhos que poderão ser tatuados no local, conhecidos como flashes, além de frases escritas com a caligrafia artística de Fortunato.

Para a Serigrafada, qualquer peça de vestuário pode ser impressa, desde que seja de algodão ou fibras naturais. Tecidos sintéticos não são possíveis porque os artistas usam uma tinta chamada plastisol, que é seca imediatamente sob forte fonte de calor. Cada aplicação tem o valor de R$ 25.

Gabriel Lotufo, da Oficina Cultural Geppetto, é um dos parceiros desta edição. Ele vai fazer no local pizzas vegetarianas e veganas em forno a lenha. Além disso, a estilista Su Martins, que comanda as marcas Salamandra de Fogo e Toy Capenga, fará customização de camisetas e outras peças de vestuário e acessórios. Haverá brownies de chocolate belga da Doce Pitéus e drinks especiais feitos por Fábio Dias.

SERVIÇO
O quê: Serigrafada Plus, com Oscar Fortunato e Nishimoto.
Quando: 23 de janeiro (sábado), das 16h às 22h.
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia).
Quanto: Entrada franca. Serigrafias, obras de arte, tatuagens, comidas e bebidas à venda.

Marcellus Araújo
Assessoria de Imprensa e Comunicação Plus
(61) 9156-7979

Nosso evento no Facebook
https://www.facebook.com/events/502456136582871/ 

 

Serigrafada
O formato do evento é uma concepção do artista plástico Oscar Fortunato, que explora largamente a técnica da serigrafia em seu trabalho.
O objetivo desse happening é  aproximar o público da técnica da Serigrafia e ampliar o alcance da produção de artistas plásticos brasileiros e diversificar seus suportes, aliando contextos de arte e moda.
É realizado desde 2010 em parceria com Fortunato e outros artistas convidados.

Como funciona
Os artistas Oscar Fortunato e Nishimoto (serigrafia) disponibilizam algumas Artes nesse dia (artes abaixo), e apenas nesse dia, para impressão.

As impressões são feitas na hora pelos artistas, em camisetas (e/ou peças de vestuário, de algodão, jeans, fibras naturais) trazidas pelas pessoas. Tecidos sintéticos não são possíveis.

A tinta utilizada é a Plastisol, impressa e seca na hora sob forte fonte de calor.

Importante
Cada um traz suas peças de vestuário.
Cada impressão custa R$ 25,00.
Não teremos estas Artes à venda fora deste evento.

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Artes de Oscar Fortunato para esta edição da Serigrafada

Despedida de todas estas artes (não estarão mais disponíveis em outras edições)

 

 

 

 

 

 

 

Artes do Nishimoto para esta edição da Serigrafada

 

 

 

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