23
Mar 15

Workshop de Xilogravura com Ramon Rodrigues na Plus

 

Dia: 12 de abril de 2015.

Horário: 9:00 – 12:00 / 14:00 – 19:00 (Total: 8 horas)

Investimento: R$ 300,00 , trezentos reais sendo 50% no ato da inscrição. E 50% no primeiro dia do curso (aceitamos cheque pré-datado para maio nesta segunda parcela).

Local: Plus Galeria de Arte. Rua 114, 70. Setor Sul. Goiânia, GO. 62 3278-2582   Google Maps

Incrições através do nosso email contato@plusgaleria.com

 

Programação

1. Demonstrar diferentes técnicas de gravação da matriz xilográfica;
2. Instruir os participantes na execução de um esboço para a gravação da matriz xilográfica;
3. Ensinar formas de gravação da matriz xilográfica, além de noções básicas de segurança e de manuseio das ferramentas;
4. Exemplificar, por meio de referências visuais, os possíveis resultados obtidos com a técnica;
5. Citar as diversas formas de impressão de uma xilogravura;
6. Demonstrar como é impressa a matriz em uma prensa de relevo;
7. Auxiliar os alunos na impressão das matrizes gravadas durante o workshop;

Materias fornecidos:
1. Papel para testes e para impressão da cópia final;
2. Placas de MDF para as matrizes;
3. Materiais necessários para a impressão (tinta, solvente, espátulas etc.).

Materiais exigidos:
1. Goivas (mínimo uma V e uma U);
2. Lápis ou lapiseira;
3. Borracha;
4. Marcador permanente preto (1.0mm e/ou 2.0mm).

Ramon Rodrigues vive e trabalha em Florianópolis.

Para conhecer o trabalho do artista
http://www.plusgaleria.com.br/category.php?id_category=49

Oferecemos certificados.

SÃO POUCAS VAGAS!

 

 

 

 

 

 

 

Workshop realizado com Ramon Rodrigues, na Plus Galeria em 2013

Share

19
Mar 15

Serigrafada e Clube da Gravura Plus

 

As Serigrafadas são eventos tradicionais da Plus Galeria (formato criado e desenvolvido pela Plus). Qualquer peça de vestuário pode ser serigrafada, desde que seja de algodão.

Como funciona:

Os artistas Oscar Fortunato (serigrafia) e Rustoff (stencil) disponibilizarão algumas Artes nesse dia (artes abaixo), e apenas nesse dia, para impressão.

As impressões são feitas na hora pelos artistas, em camisetas (e/ou peças de vestuário, de algodão, jeans, fibras naturais) trazidas pelas pessoas. Tecidos sintéticos não são possíveis.

A tinta utilizada é a Plastisol, impressa e seca na hora sob forte fonte de calor.

Importante:
Cada um traz suas peças de vestuário.
Cada impressão custa R$ 25,00. Três impressões custam R$ 60,00.

 

Clube da Gravura Plus

Lançamento de gravuras, com preços muito acessíveis (R$ 50, R$ 100 ou R$ 150,) , apenas no dia, 100% feitas pelos próprios artistas, a fim de incentivar os jovens colecionadores de Arte a começarem ou incrementarem seus acervos de obras de Arte.

Nesta edição: gravuras de Lupe, Oscar Fortunato, Ramon Rodrigues e Rustoff.

 

Xilogravuras de Lupe para o Clube da Gravura Plus, esta edição.
R$ 50,00 cada

30 x 21 cm. Xilogravura no papel colorido. R$ 50,00 cada. Série de 10

 

25 x 20 cm. Xilogravura no papel de seda. R$ 50,00 cada. Série de 8

 

Vision. 33 x 23 cm. Xilogravura sobre papel Kozo japonês. R$ 50,00 cada. Série de 10 impressões

Serigrafias de Oscar Fortunato para o Clube da Gravura Plus, esta edição.
R$ 50,00 cada

Serigrafia (e ecoline) sobre papel Fabriano 100% algodão 300 gramas de Oscar Fortunato. 28 x 21 cm Série de 4, R$ 50,00 cada

 

Gravuras de Rustoff

Gravura em stencil, 2 cores. 24 x 28 cm. Tiragem de 2 impressões. Papel 100% algodão 300 gramas. R$ 100,00 cada

 

Gravura em stencil, 2 cores. 20 x 28 cm. Tiragem de 4 impressões. Papel 100% algodão 300 gramas. R$ 50,00 cada

Plus Galeria

Fundada em 2011, a Plus Galeria comercializa arte brasileira, utilizando a internet como possibilitadora de novos mercados e novos públicos consumidores. Com o propósito de democratizar o mercado artístico, a galeria vende obras de variadas técnicas, tamanhos e preços, todas 100% feitas pelos próprios artistas, do começo ao fim, para pessoas das mais variadas idades e lugares do país e do mundo.

Há quatro anos em atividade, a Plus Galeria vem consolidando seu papel de formadora de apreciadores e investidores em arte, e de fomentadora de um mercado mais justo e criativo para quem cria e para quem consome arte.

 

SERVIÇO
O quê: Serigrafada e Clube da Gravura Plus
Quando: 21 de março de 2015 (sábado), das 16h às 21h
Onde: Plus Galeria de Arte. Rua 114, 70. Setor Sul. Goiânia, GO Google Maps
Quanto: Entrada franca.
Serigrafadas a R$ 25,00 cada impressão e 3 IMPRESSÕES POR R$ 60,00.
Gravuras do Clube da Gravura a R$ 50, R$ 100 ou R$ 150
Obras de Arte à venda.
Bebidas e comidas à venda.

 

Artes disponíveis para esta Serigrafada: 

Oscar Fortunato

 

 

 

 

RUSTOFF

 

 

 

Menu vegano pela chef Nayana Caetano do Jardim das Delicias:

- Chá verde, cardamomo e limão china ou de hibiscos, canela e kinkan. $5

- Sakerita de laranja com gengibre ou de uva verde e cardamomo. $10

- Sunomono do Jardim: palitos de cenoura, pepino e maçã, broto de moyashi, temperados com vinagre de arroz, ervas frescas e gersal preto. $12

- Misoshiru: caldo de missô (pasta de soja fermentada e envelhecida) com ervas frescas e Oboru Kombu (alga).  $ 15

- Sushis: vegetais variados envoltos em arroz cateto integral e algas nori. Sabores: abacate, cebolete e cenoura; tomate seco, rúcula e lascas de amêndoas; pepino, agrião e manga; antipasto de berinjela, pimentão vermelho assado e manjericão. Combinado: $ 15 (8 unidades) ou $20 (12 unidades).

- Shimeji salteado no óleo de gergelim com pimentão amarelo, abobrinha, cenoura e alho poró. $20

- Brownie de abacaxi, gengibre e castanha de caju. $10

 

Share

24
Feb 15

JAZZ na PLUS

 

Galeria recebe músicos para noite de JAZZ

A parceria da Plus Galeria com a designer de jóias Eleonora Hsiung conta com a produção da chef Nayana Caetano, do Jardim das Delicias

Nesta quarta-feira, 25, a partir das 19h, será realizada na Plus Galeria uma noite de jazz com o trio musical Os Foda, composto por Florian Pellissier, Frederico Valle e Carlos Foca. Mais convidados.

O francês Pellissier é pianista graduado pela New School, de Nova Iorque (EUA). Influenciado sobretudo por Herbie Hancock e Robert Glasper, lançou dois álbuns como líder do grupo Florian Pellissier Quintet, “Le Diable et son Train”, de 2012, e “Biches Bleues”, de 2014. Fred é baterista e atualmente toca nas bandas de blues TNY, Trio Cerrado, Dubismo, entre outras. O baixista Foca trabalha com bandas como TNY, Indústria Orgânica, Dubismo e Umbando.

O evento é resultado da parceria entre Lydia Himmen, marchand da galeria, e Eleonora Hsiung, designer de jóias que figura entre os novos talentos da moda brasileira. A produção é de Nayana Caetano, chef do Jardim Das Delícias. Ela preparou para a noite um cardápio exclusivo de drinks e pratos veganos.

SERVIÇO:

O quê: Jazz na Plus
Quando: Quarta-feira, 25 de fevereiro, às 19h
Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul – Goiânia)
Quanto: Entrada a R$ 20,00

Share

14
Feb 15

Abertura Plus Galeria de Arte

Convite

Veja fotos aqui

Plus Galeria promove noite de autógrafo e lança rótulo exclusivo de cerveja artesanal

Edição especial do livro de Oscar Fortunato será lançada com a Cerveja Plus, durante  exposição do acervo da galeria

No próximo dia 21, sábado, a partir das 18h, a Plus Galeria promove o lançamento e noite de autógrafos do livro Tipo Assim, do artista plástico Oscar Fortunato. Editada pelo Ateliê Tipográfico da UFG, que foi recentemente reativado, a obra foi inteiramente impressa em tipografia. Nessa noite serão autografados exemplares exclusivos que receberam serigrafia especial criada e aplicada pelo próprio autor. A galeria vai expor obras de seu acervo, que conta atualmente com 23 artistas brasileiros atuantes no Brasil e no exterior.

Também será lançada durante o evento, a Cerveja Plus Edições Artísticas. A primeira edição, limitada a 40 unidades, é assinada por Oscar Fortunato e traz trechos de seu novo livro impressos serigraficamente direto nas garrafas. O cervejeiro norte-americano Dwain Santee é quem produz a bebida, feita de modo totalmente artesanal, da moagem dos grãos até o envase. Para o lançamento, o tipo de cerveja será a Porter, que apresenta coloração escura, sabor forte e levemente adocicado com notas de café. As próximas edições terão assinatura de outros artistas da galeria e terão outros tipos.

Os djs Dudão Melo, residente em São Paulo, e Pri Loyola, de Goiânia, cuidam da trilha sonora do evento. Ela pesquisa música há 12 anos. Ele é um dos profissionais mais respeitados da cena de música eletrônica do Brasil. Tocou em clubes de todo o país e do exterior, e participa dos principais festivais do gênero no mundo. Tem no currículo a produção de álbuns de artistas como DJ Marky, DJ Patife, Ramilson Maia, Mad Zoo, Bruno E, Drumagick entre outros. É diretor de comunicação e projetos da Visualfarm, produtora pioneira no Brasil na produção de espetáculos projetivos e ações que usam vídeo mapping e intervenções urbanas.

Para a marchand da Plus, Lydia Himmen, o evento é uma soma do trabalho e talento de todos os profissionais envolvidos, resultando em algo muito maior. “É uma alegria poder reunir todo mundo dentro de um lugar que respira arte. Ainda mais agora que temos paredes para chamar de nossas”, comemorou ao citar o aprimoramento do espaço físico da galeria.

Nayana Caetano, chef que serviu Paul McCartney quando o cantor esteve em Goiânia, assina o cardápio vegano que fará parte da noite.

 

Serviço:

O que: Lançamento do livro Tipo Assim com noite de autógrafo e lançamento da Cerveja Plus, com exposição do acervo da Plus Galeria

Quando: 21 de fevereiro, sábado.

Onde: Plus Galeria (Rua 114, nº 70, Setor Sul, Goiânia-GO).  Google Maps

Quanto: Entrada franca. Obras de arte, livros e demais produtos à venda.

Assessoria de Imprensa e Comunicação: Marcellus Araújo

 

Evento no Facebook
https://www.facebook.com/events/822249511175119

Confira novidades em tempo real no nosso instagram
http://instagram.com/plusgaleria/

 

ARTE

 

Tipos para confecção da Capa do livro Tipo Assim, de Oscar Fortunato, todo em tipografia, editado pelo Ateliê Tipográfico da UFG

 

Oscar Fortunato sempre se interessou por métodos de impressão. Talvez isso date de sua experiência como cartazista, ou de sua descoberta da serigrafia como a forma de fazer suas próprias camisetas. Num tempo em que tudo é automatizado, é natural que muitos não pensem em tipos.

Tipo aqui vem como um vocabulário específico de uma técnica de impressão tão antiga quanto o Brasil, que vive, sobrevive e se aperfeiçoa ao longo de tantas revoluções industriais.

E eis que Oscar lança um livro. De contos e poemas. Em tipografia. Para quem conhece o artista plástico, o casamento não poderia ser melhor. O inusitado e a polidez, o bruto e o sublime andam sempre de mãos dadas em sua arte. Uma espécie de conciliador entre antinomias.

O convite veio do Ateliê Tipográfico (CEGRAF-UFG), por meio de seu diretor, Anton Corbacho Quintela. Criada em 1962 a então Imprensa Universitária consistia de 3 máquinas Linotipo, guilhotinas, gravadora e o que fosse necessário à época para seu funcionamento. Reativada em 2014, é a primeira e única oficina tipográfica de Goiás e uma das poucas do país. Concilia sua editoria entre reedições de seu próprio catálogo, clássicos da literatura, editoração local e novos autores, como Oscar.

O “resgate de uma tradição”, como diz Fortunato, representa para o autor o deleite e o respeito pela artesania como uma frente de resistência ao superficial. Mas sem perder o humour, claro. Nessa obra de poucos exemplares, em que teremos Hipster impresso em linotipo, há, como sempre, mais do que você poderá sorver no primeiro gole.

Tarik Hermano

Rótulo de Oscar Fortunato sobre garrafa. Conteúdo: Ale, tipo Porter por Dwain Santee

Sobre a cerveja

Essa é uma cerveja ale, tipo Porter, com malte pilsen argentino (base) e maltes belgas de trigo, cristal e preto. Foi temperada com lúpulo aromático Hallertauer Hersbrucker, com 4.4 % de ácido alfa, acrescentado à fervura de forma parcelada e açúcar mascavo orgânico. A fermentação foi feita com fermento de alta potência Fermentis (francês) WB-06, especial para cervejas de trigo. Nesse lote a densidade inicial da fermentação foi 1.046 (considerada robusta) e a final 1.004, resultando em um teor alcoólico em torno de 6% após o priming. A coloração resultante, marrom escura, está na faixa de 40 SRM, com amargor em torno de 20 IBU. Açúcares complexos não fermentáveis, presentes no açúcar mascavo, fornecem um sabor adocicado. A espuma é levemente amarronzada e consistente, resultante do uso do malte cristal.

A cerveja tipo Porter foi uma das primeiras cervejas industriais criada por volta de 1722 na inglaterra para atender ao gosto de trabalhadores braçais (porters ou Entire Butt). A cerveja Porter se aprimora grandemente com o tempo.

Sobre o produtor

A cerveja Santee é uma produção totalmente artesanal, desde a moagem até o envase. Produzida em pequena escala desde 2008 para consumo próprio, a qualidade e a peculiaridade das cervejas Santee tem gerado um crescente interesse pelos apreciadores de uma boa cerveja. É um produto raro, superior às cervejas oferecidas comercialmente e um dos privilégios da vida. A iniciativa de uma produção caseira de cervejas segue a inspiração do avô Richard Schatzman, que produzia uísque “moonshine” nas montanhas do estado de Kentucky, EUA. Nossas atividades cervejeiras já se expandiram para a cidade de Catalão – GO e Campo Grande – MS, onde outros membros da família também estão engajados nessa arte. Inclusive, um dos membros da família é o cervejeiro da cervejaria Morena em Campo Grande, além de também manter sua produção artesanal. Sendo uma cervejaria verdadeiramente artesanal, cada lote de 50 litros é de um estilo e receita diferente, sendo portanto único. As cervejas Santee não são pasteurizadas, sendo portanto cervejas vivas que se aprimoram com o tempo de estocagem. Na última reunião de família consumimos um lote de cervejas armazenado por seis anos e em perfeitas condições. Não se preocupe, você não precisa tomar sua cerveja imediatamente! Guarde-a em um local fresco e escuro.

 

GASTRONOMIA

Chef Nayana Caetano

A chef Nayana Caetano mergulha com fôlego renovado na Cozinha do Jardim das Delícias. Agrega a uma experiência, que em 2015 debuta, a paixão e a ciência de quem estuda e faz o que ama; realmente decidida a mudar os caminhos de sua trajetória na cozinha, deu rumos definitivamente funcionais e saudáveis a esta prática formando-se como Naturopata no Instituto Português de Estudos Profissionais da Saúde. A filosofia que abarca o Jardim das Delícias leva em consideração o alimento como responsável não só por saciar a fome e a vontade de comer, mas também por ser mantenedor de nossa perfeita saúde. Os insumos utilizados são orgânicos, integrais e veganos, combinados com técnicas culinárias adequadas e primorosas: o resultado são sabores, aromas e sensações de puro deleite. O desbravamento dessa arte começou cedo, aos 17 anos Nayana em Firenze, na Itália; depois, concentrou experiências em Pirenópolis, Brasília, Visconde de Mauá, Paraty, aqui também em Goiânia, múltiplas e notórias, das quais merece destaque a atuação a serviço do Panela Mágica na cozinha que serviu Paul McCartney, em sua última passagem por cá. O currículo é extenso também em formações profissionais e específicas na área da Culinária Alternativa.

 

MÚSICA

Dudão Melo

 

Dudão Melo

Em 1978, aos 7 anos de idade, começou a estudar piano clássico, aos 13 formou sua primeira banda de rock, aos 17 montou seu primeiro projeto multimídia. Em 1991 começou a produzir suas primeiras festas e shows com bandas e DJs de música eletrônica.

Em 1999, começou a trabalhar na gravadora Trama, onde foi um dos diretores artísticos do selo SambaLoco Records. Esse selo foi um dos primeiros dedicados à produção de música eletrônica 100% brasileira, e produziu e lançou álbuns de artistas como DJ Marky, DJ Patife, Ramilson Maia, Mad Zoo, Bruno E, Drumagick entre outros. Nesse mesma época foi um dos apresentadores do programa de rádio SambaLoco Dance. O selo Sambaloco Records será relançada agora em 2015.

Em 2002, foi um dos sócios da Bamba Music, produtora que produziu Cds, festas e programas de rádio para gravadoras estrangeiras como a Ministry of Sound e Stereo de Luxe e selos nacionais como Joia Music e Batida Sossegada. Em 2004, ajudou na criação da EletroCooperativa, uma ONG dedicada à inclusão digital e social através da música, na cidade de Salvador, Bahia.

É um dos apresentadores do programa Jazzmasters, há 10 anos no ar, hoje na Alpha FM de SP e em outras 15 rádios no Brasil e Lisboa. Esse programa ganhou prêmio da APCA – Associação paulista dos críticos de arte, de “Melhor Programa de rádio” em 2004. Cursou faculdade de Filosofia na USP, Jornalismo na Puc, Locução no Senac. Há 5 anos é diretor de comunicação e projetos da Visualfarm, produtora pioneira no Brasil na produção de espetáculos projetivos e ações usando vídeo mapping e intervenções urbanas, onde é um dos idealizadores do Vídeo Guerrilha, projeto que em 2011 ganhou o prêmio de “Melhor inciativa em artes visuais”, concedido pela APCA.

Já tocou e teve residências em clubes como Vegas, Lions, Royal, Sarajevo, Afrospot, Loveland, Mood, Hole, El Divino, Bar Brahma e em hotéis como Unique, Hyatt, Emiliano e Cambridge. Já participou de festivais como Sónnar Barcelona, SWU, RMC, Summer Stage, Skol Beats, Curaçao North Sea Jazz Festival e New Orleans Jazz and Heritage Festival. Fez direção musical em casas como Sarajevo, Afrospot e Bar Brahma. Ao lado de diferentes Djs e parceiros musicais, sempre promoveu a fusão do Jazz, Soul, Funk, Afro, Latin, Dub, Drum´n´Bass, House e Grooves em geral com a Música Brasileira.

 

Pri Loyola

Share

01
Feb 15

February 2015

During February, all Ramon Rodrigues’ artworks orders above  R$ 400 (BRL) at www.PlusGaleria.com , get this print for free.

Durante o mês de fevereiro (2015), em todas as compras de xilogravuras do Ramon Rodrigues na www.PlusGaleria.com acima de 400 reais, ganhe esta gravura. Com um detalhe: enviamos com frete grátis para todo Brasil. Já pensou?

 

Share

16
Jan 15

Comprando uma obra de Arte

 

Arte é um excelente investimento. Mas algumas questões devem ser levadas em conta:

1. é uma obra original ou uma gravura? Originais são obras únicas. Gravuras são múltiplos feitos a partir de uma matriz. Originais, por serem únicos, valem mais do que gravuras.

2. Se for gravura, qual é a técnica? Qual a tiragem? São muitas as técnicas e é sempre bom conhecer mais sobre elas. Já sobre a tiragem (aqueles números que vêm escritos na parte inferior de uma gravura), as de tiragem mais baixa são as mais valorizadas. O mesmo vale para as provas (PA – prova do artista, PI – prova de impressão, PU – prova única, são as mais utilizadas) .

3. Quem fez? Foi o próprio artista? Mesmo em se tratando de originais, há alguns artistas que “pegam” pouco em “suas” obras, colocando seus assistentes para fazerem tudo ou quase. Fora as falsificações. 
Em se tratando de gravuras, há enorme diferença entre os mestres gravadores, que passam anos para aprenderem e se aprimorarem numa técnica e aqueles que terceirizam o seu trabalho.

4. Quais foram os materiais utilizados? Papéis de algodão, especiais, fineart, com ph neutro garantem maior qualidade (resultado final) e duração. O mesmo sobre as tintas (marcas e tipos, sendo óleo a mais tóxica e também a mais valorizada pelo seu efeito final e ao longo dos anos) .

5. Qual a procedência da obra?
Cuidado para não comprar gato por lebre. Obras de artistas vivos são mais fáceis de checar a procedência. Mas muito cuidado porque falsificações são bem comuns no mercado.

 

Share

24
Nov 14

Vales-presente Plus

 

Para comprar, clique aqui http://plusgaleria.com.br/br/47-vales-presente-plus

 

Share

12
Nov 14

Mana Bernardes

 

“A caligrafia é a partitura da emoção”

 

O trabalho de Mana Bernardes é a materialização de seu(s) olhar(es) diante do mundo, das pessoas, das relações, da existência humana

 

Foto: Mauro Kury

 

Poeta, artista plástica e designer são as categorias fáceis de encaixar Mana Bernardes. Designer de relações, produtora de campos perceptivos, compositora de emoções e tradutora de histórias são as menos óbvias ou instantâneas. O trabalho dela não tem fronteiras de linguagem. Mana aplica ao que faz uma energia gráfica contundente com sua fascinação pela vida: forte, espontânea, sensível, livre.

 

Manuscrito por Mana Bernardes

O reconhecimento amplo, nacional e internacional, veio em 2005, quando Mana lançou o vídeo “Conectar- se Pelo Cordão”, exposto na Fondation Cartier, em Paris, e que rodou seis países. Em 2011, publicou o livro “Mana e Manuscritos”, pela editora Aeroplano. A performance e série “Desembrulho Poético”, com direção de Vera Holtz, veio no ano seguinte. Suas joias estão disponíveis em lojas renomadas como as do Museu de Arte e Design (The Museum of Arts and Design – MAD), em Nova Iorque, Instituto Inhotim, em Minas Gerais, Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), e Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro. Além disso, a artista comercializa suas peças em sua própria loja online.

 

Foto: divulgação Tok&Stok

 

Trabalhou em 2009 com 94 mulheres na execução do projeto “Natal da Transformação”, decorando a cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul, aplicando sua metodologia social de desenvolvimento autoral. Este ano, a artista teve suas obras expostas na novela “O Rebu”, transmitida pela Rede Globo. Atualmente trabalha no desenvolvimento de coleções para a Tok & Stok, produz o filme “Entrefios”, escreve seus poemas manuscritos e cria metodologias sociais.

 

Reprodução TV Globo

 

Ao colaborar para a exposição Vanitas deste ano, Mana investe em um novo olhar sobre sua própria composição. Em “vidAMORte”, obra exclusiva que produziu por ocasião do convite para integrar a mostra, ela coloca sua criação em uma nova perspectiva ao fragmentar sua caligrafia em mosaicos. O resultado é, no mínimo, provocante.

 

 

Foto: Layza Vasconcelos

 

Em entrevista à Plus Galeria, a artista polivalente tratou, sobretudo, de poesia. Muito além de um gênero literário, Mana encara a poesia como uma condição de existência, um estado poético, como ela conceitua, “um prisma constante através do qual vemos a vida”.

 

Marcellus Araújo

 

Plus – Quem escreve transmite mensagem. O que você transmite?

Mana Bernardes – Para mim a coisa mais importante é transmitir um estado poético, que é um estado de ampliação dos significados. Meu trabalho como poeta é muito para mim e muito para o outro, para estabelecer relação e ampliar a percepção, o campo perceptivo.

 

Plus – O que sensibiliza você e move seu trabalho?

MB – Me inspiro muito no estado de vida, acho uma poesia estarmos vivos. São tantos órgãos funcionando ao mesmo tempo, tantos sistemas complexos funcionando em harmonia constante… Acho isso um presente! Busco conexão. Há mais de vinte anos a escrita manual me dominou de maneira que não pude resistir. Comecei por cadernos, invadi as paredes, os vestidos. Entendi a caligrafia como partitura da emoção e fui totalmente guiada por ela. A partir da minha escrita é que detecto meu estado emocional, tanto pela letra como pelo que sai, se é que posso chamar de poesia. Poderia chamar também de material reciclado do meu corpo.

 

Plus – Como se dá essa busca?

MB – Muitas vezes fico com um poema engasgado, e fico até as duas horas da manhã escrevendo. Às vezes fico dois meses sem escrever. Poesia é um estado poético, é um processo, é uma possibilidade de processar suas relações com tudo o que se passa. É muito mais um processo terapêutico do que o fato de eu ser poeta, porque isso quem diz é o outro.

 

Plus – Como você entende seu estado poético?

MB – É ver o que cada coisa e cada situação na sua vida pode te trazer. O estado poético é uma forma de passar pela vida, estou muito mais ligada em estado poético do que propriamente em poesia.

 

Plus – Como é seu processo produtivo?

MB – Tenho uma equipe muito boa, Rey Silva, que é designer de produto e meu assistente, coordena o meu atendimento, além disso, conto com a Lu e a Tatiana, que são pessoas completamente conectadas comigo. Não é fácil para mim, nem para o meu corpo, tantas mudança de canais. Minha mãe diz que eu sou uma designer de relações. O produto para mim é a última coisa. A relação é que possibilita tudo. O desenho do objeto em si é a última instância. O que eu gosto é de estudar relação, ir à fábrica, estabelecer relação com quem está lá. Eu escrevo poesia na fábrica, para que as pessoas estejam totalmente integradas quando vão produzir a minha peça, porque ela tem um objetivo poético, além da questão ambiental. Eu nunca mando um desenho para a fábrica, eu gosto de desenhar o processo.

 

Plus – Como você reconhece e significa aquilo que faz?

MB – Eu deixo um pouco as pessoas me colocarem nesses lugares e categorias. O poder de transformação é a joia do ser humano. Eu busco fazer um trabalho que veja a preciosidade do outro. Minha pretensão é trabalhar com preciosidades. Hoje o mundo precisa dessa dimensão de preciosidade e valor. Meu trabalho com as joias envolve o processo de pesquisar e transformar lixo em joia, mas o grande barato é o que eu faço com isso, motivando as mulheres artesãs das comunidades que eu atendo. Atuo na escuta das histórias de vida delas, e com alguns pedaços de arame elas criam formas para simbolizar suas histórias. Assim iniciamos o processo que termina quando elas constroem uma coleção artesanal autoral do grupo. Hoje, depois que tantos processos já se inauguraram há mais de vinte anos, já que comecei criança, meu lance é fazer poesia, processos coletivos, joias, instalações, objetos em redes industriais, lojas, galerias e museus com os quais estabeleço uma relação de confiança. Tudo que faço vem do manual, permite o tempo do mistério. Sai despadronizado e desse jeito acho meu eixo e desfaço meus problemas.

Manuscritos por Mana Bernardes

Site oficial da Artista   manabernardes.com
Obra (original emoldurado) de Mana Bernardes na PlusGaleria.com 

 

 

Share

16
Oct 14

VANITAS MMXIV

Design: Marcellus Nishimoto (Volucer)

 

Mais infos aqui  https://www.facebook.com/events/1483118768579626

RELEASE

Exposição reúne obras de artistas brasileiros para discutir intolerância e preconceito 

Quinta edição da Vanitas vai contar com obras inéditas de vinte artistas renomados de diversos estados 

No dia 2 de novembro, domingo, será realizada a quinta edição da Vanitas, exposição que discute a morte por meio da Arte, promovida tradicionalmente no Dia de Finados pela Plus Galeria. Vinte artistas de diversas partes do País participam da mostra deste ano, com obras que discutem, além da finitude da vida, a intolerância e as diversas formas de preconceito. O evento será realizado na loja Mapi 49, localizada no Setor Sul, em Goiânia. 

São expositores desta edição os goianos Oscar Fortunato, Rustoff, Wolney Fernandes, El Mendez e Lupe, radicada no Rio de Janeiro; a carioca Mana Bernardes, os paulistas Zé Otávio, Thais Ueda, Rage, Sabrina Eras, Nick Alive, Carlos Rezende, Leandro Dário, Mariana Martins e Fernanda Guedes — que expõe também obras do projeto “Tara”, em parceria com Tony de Marco; os catarinenses Nestor Jr e Ramon Rodrigues; a potiguar Sabrina Bezerra e o mineiro Leo Brizola. 

Mana Bernardes e Mariana Martins são dois dos nomes nacionais que a Vanitas 2014 traz este ano para Goiânia. Mana ficou conhecida do grande público pelos seus trabalhos em parceria com a Tok Stok, e mais recentemente pelas obras expostas na novela “O Rebu”, que foi ao ar entre julho e setembro pela Rede Globo. Já Mariana, filha do grande mestre brasileiro Aldemir Martins, é fundadora da Choque Cultural, uma das mais influentes galerias de arte do país. 

O mineiro Leo Brizola também participa desta edição. Leo estudou na Escola Guignard, em Belo Horizonte, e é conhecido por seus polípticos em grandes formatos pintados com tintas que ele mesmo confecciona. Hoje o artista, que tem mais de trinta anos de carreira, é curador do Galpão Paraíso, espaço que trabalha com artistas coletivamente, promovendo cursos e exposições na capital mineira. 

A Serigrafada Plus também será realizada durante o evento, por Oscar e Rustoff. Happening já tradicional da galeria, têm o valor de R$ 25 cada aplicação. Qualquer peça de vestuário pode ser serigrafada, desde que seja de algodão. 

 

Obra de Mana Bernardes, especial para Vanitas MMXIV

Morte e intolerância

Este ano a exposição tem uma curadoria mais ampla, e busca questionar, além da vaidade e a brevidade da vida, a igualdade e o respeito. A curadora responsável pela Vanitas, Lydia Himmen, acredita que a caveira seja um símbolo capaz de aglutinar todas essas provocações. 

“Muito se fala do que o outro faz ou deixa de fazer. Estamos caminhando para uma ditadura do corpo e da mente, quando deveria ser exatamente o contrário. O que precisamos é de educação para nos libertar, não de leis para nos aprisionar”, afirma Lydia.

Vanitas

‘Vanitas’, em latim, significa ‘vazio’, ‘futilidade’ e simboliza o vazio do que é efêmero, das coisas terrenas. É o vocábulo latino que, no português, está tanto na origem do substantivo ‘vaidade’ quanto na do adjetivo ‘vão’. 

É possível, assim, entender a maior parte das naturezas mortas não apenas como demonstração de virtuosismo artístico, mas como alegorias morais, mensagens que lembram ao ser humano a passagem do tempo e, sobretudo, a certeza da morte e transitoriedade da vida. 

Plus Galeria

A Plus Galeria tem o propósito de democratizar o mercado artístico, explorando novos mercados e novos públicos consumidores. Vende obras de diversas técnicas, tamanhos e preços, todas 100% feitas pelos próprios artistas, para pessoas das mais variadas idades e lugares do país e do mundo. 

Fundada em 2010, a Plus vem consolidando ao longo do tempo seu papel de formadora de apreciadores e investidores em arte, e de fomentadora de um mercado mais justo e criativo para criadores e consumidores. 

Mapi 49

Ao reunir no mesmo espaço bicicletas, skates e móveis desenvolvidos por designers cariocas, além de peças de roupa e acessórios, a Mapi 49 permite uma experiência de consumo consciente e integrada, e oferece um ambiente aconchegante para seus clientes. 

Links 

PlusGaleria

www.plusgaleria.com.br

www.plusgaleria.com.br/blog 

Mapi

www.facebook.com/Mapi49

 

SERVIÇO

O quê: Exposição Vanitas 2014

Quando: 2 de novembro (domingo), das 16 h às 21 h

Onde: Mapi 49 (Rua 113, nº 49, Setor Sul, Goiânia-GO)  - GOOGLE STREET VIEW

Quanto: Entrada franca. Serigrafadas a R$ 25,00 (cada). Obras de Arte à venda.
Bebidas e comidas à venda.

Artes de Oscar Fortunato (serigrafia) para Vanitas

 

 

 

 

Artes de RUSTOFF (stencil) para esta edição

 

 

Assessoria de Imprensa
Lambada Comunicação
Marcellus Araújo
(61) 9156-7979

 

 

MANIFESTO VANITAS MMXIV

Por Tarik Hermano

Uma caveira ronda nossos espelhos. Os esqueletos quebraram as portas dos armários e estão dançando em plena sala de jantar. Olha, eles nos convidam a entrar na roda.

Nus, com a menor de nossas vergonhas de fora, dancemos. O banquete está servido e os vermes não se fartam nunca. Não tenham pressa, há lugar para todos – bem ali, no menu principal.

Não adianta fugir, todos seremos parte deste banquete. Assim é a vida e todo o resto é vaidade. Aproveita bem teu reflexo no espelho enquanto há tempo. A caminhada decadente retornando ao pó não para nunca.

Nas mãos de Perseu, a cabeça de Medusa sorri e transforma em pedra os que param para apreciar a mais famosa das Górgonas. É tempo de apedrejar mãos que afagam. Todos somos feras nessa terra miserável e agora é momento de contemplar a viagem.

O tocar das trombetas faz meu esqueleto chacoalhar, Yorick se junta à mesa e conta piadas. Caronte, à beira do Estige hasteia seu Jolly Roger enquanto aguarda a próxima viagem.

Toma um fósforo, acende o teu cigarro. Não adianta olhar para trás. Respire fundo e continue a caminhada. Afinal, diz a boa educação: quando a morte lhe sorri, o mínimo que se deve fazer é sorrir de volta.

 

Vanitas, Tempus fugit. De Lupe Vasconcelos

 

Share

25
Sep 14

Wolney Fernandes

Para conhecer mais, clique aqui   http://plusgaleria.com.br/br/44-wolney-fernandes

Share