20
Jan 12

SERIGRAFIA COM OSCAR

PROGRAMAÇÃO

+ Preparação de Arte final;

+ Preparação de matrizes : especificação de utilidades, diferenças de nylon, esticagem manual;

+ Apresentação de maquinário referente e suas funções;

+ Revelação;

+ Impressão: em diferentes suportes (papel, vidro, plástico, madeira, tecido, pvc, etc), com diferentes tintas;

+ Cores e encaixes;

+ Reaproveitamento de matrizes.

 


Com 23 anos de experiência em serigrafia, a intenção do artista é popularizar esta técnica milenar, fazendo com que ela tenha utilidades individuais, desde a confecção de camisetas, adesivos (stickers), até a produção artística como gravuras (múltiplos) e originais.

Uma gravura 100% feita pelo próprio artista é infinitamente superior à qualquer impressão executada por uma máquina. Ou ainda por terceiros.

DO IT YOURSELF!

Além dos materiais utilizados durante o curso, cada participante ganhará um KIT como este para praticar.

INVESTIMENTO

R$ 300,00 (trezentos reais), sendo

50% do valor (150,00) para confirmar sua participação

50% restantes, no primeiro dia de aula

NÃO PRECISA TRAZER NADA. OFERECEMOS TODOS OS MATERIAIS NECESSÁRIOS!

 

Para mais infos contato@plusgaleria.com

 

SÃO APENAS 5 VAGAS.

O curso acontecerá nos dias 28 e 29 de JANEIRO de 2012, sábado e domingo, das 13h30min às 18h30min, na Plus Galeria.

Rua 114, 70. Setor Sul.

Google Maps

62 3278-2582 / 8428-3867

 

Fotos do primeiro curso podem ser vistas aqui

 

Jornal O Popular, coluna Spot, 25 de janeiro de 2012

 

Visite o site do artista

http://www.oscarfortunato.com/

 

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12
Jan 12

Na Revista Época

http://colunas.revistaepoca.globo.com/brunoastuto/2012/01/12/fernando-carpaneda-e-a-polemica-escultura-bolsonaros-sex-party/

 

Fernando Carpaneda e a polêmica escultura BOLSONARO´S SEX PARTY

Fernando Carpaneda – obra polêmica sobre Bolsonaro em NY /Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro foi parar no The Leslie Lohman Gay Art Foudation, em Nova York — oficialmente o primeiro museu de arte gay dos EUA. É que Fernando Carpaneda, artista plástico brasileiro radicado na cidade, decidiu “homenagear” o deputado federal (PP-RJ) numa obra bem ousada — uma orgia.

A escultura Bolsonaro’s Sex Party fará parte do acervo permanente da fundação e ficará ao lado de trabalhos de artistas contemporâneos como Andy Warhol, Keith Haring e Robert Mapplethorpe. Ou seja, Bolsonaro vai ficar bem ao lado de alguns dos homossexuais mais famosos do mundo e das artes.

“Da mesma maneira que Bolsonaro tem direito garantido e imunidade parlamentar para ir à TV falar mal de gays e negros, eu, como brasileiro, também tenho o direito de me expressar em público sobre o deputado”, disse Carpaneda à coluna.

Desde quando se interessa por artes plásticas?
Fiz minha primeira exposição no Brasil com 13 anos de idade, em 1982. Meu trabalho sempre foi figurativo, direcionado à arte de rua e underground, sempre focando movimentos urbanos e o mundo gay. Saí do Brasil por falta de espaço, por fazer trabalhos figurativos numa época em que curadores brasileiros só mostravam trabalhos conceituais no país.

Prefere escultura ou pintura? E qual o impacto que elas causam nas pessoas?
Prefiro a escultura. Faço pinturas para relaxar a alma e descontrair. Esculturas tomam todo o meu tempo e consomem muito da minha energia. Levo entre 20 a 30 dias para fazê-las. O tamanho das esculturas varia entre 8 e 30 centímetros de altura. Não faço esculturas em tamanho natural, preferi me dedicar às miniaturas. Quanto ao impacto que elas causam? Bem… quando se trabalha com nus masculinos e pornografia, as pessoas se assustam. As pessoas transam todos os dias em todos os lugares. Acho o ser humano hipócrita.

Como você escolhe os temas?
Eu retrato o que se passa na minha vida ou o que acontece à minha volta. Como não consigo me calar diante de certas injustiças, acabo passando isso para os meus trabalhos também.

Você é um gay militante?
Nunca tive a intenção de ser militante, mas meus trabalhos acabaram me colocando nessa posição de militância de alguma forma.

Como encara o “choque” das pessoas? Pensa nisso antes de criar ou aproveita a polêmica para chamar a atenção?
Eu crio trabalhos que a maioria dos artistas plásticos não tem coragem de fazer, e como não faço parte da sociedade brasileira de defesa da tradição, família e propriedade, isso choca certas pessoas.

Como funciona seu processo criativo?
Eu sempre fui envolvido com o movimento punk, tanto aqui nos Estados Unidos como no Brasil, e acabei conhecendo todo tipo de gente e pessoas que têm outra postura e visão de vida. A base onde coloco a figura em argila é feita com objetos que o retratado usou, consumiu ou na situação em que esteve no mesmo espaço físico que eu. Uso guimbas de cigarros, latas de cerveja, caixas vazias de pastas de dente para compor a obra. Essa base representa o mundo do retratado. Depois faço a escultura em argila e acrescento frases ou poesias e plastifico a peça. Acho que, quando um cara coloca um salto, veste uma minissaia e vai pra esquina trabalhar, isso é um ato de enorme sinceridade com ele próprio e com o mundo. Ele está sozinho, desprendido de qualquer tipo de postura. São pessoas muito seguras do que fazem e exigem respeito. Sempre gostei disso desde criança. Essas pessoas, por terem uma estética fora do padrão e terem uma experiência de vida e de rua muito fortes sempre me influenciaram. Arte para mim é sentimento. Nunca vi muita diferença entre marginais de rua e marginais que trabalham no Congresso Nacional. Marginais por marginais, prefiro os de rua.

E a reação das pessoas?
A culpa é da TV, que mostra bichinhas caricatas, fazendo fofoca da vida alheia. Não mostram dois homens de terno se amando e tendo uma vida normal, falando grosso e de mãos dadas com seu namorado. Os pais imaginam que ter filho homossexual é ter uma Vera-Verão ou um Pit Bicha em casa e morrem de medo disso. A TV denigre sempre que pode o homossexual. Minhas esculturas mostram homens amando outros homens, drags, punks e marginais. Quando as pessoas vão a uma exposição minha se sentem agredidas com os trabalhos que mostram homens fortes se beijando. Na cabeça delas aquilo é inaceitável, pois o estereótipo que elas conhecem não é aquele. Minha arte ou você gosta ou odeia. Não existe meio termo. Tanto aqui nos EUA quanto aí no Brasil, a maioria das pessoas gosta.

Como surgiu a ideia de fazer a “Bolsonaro’s Sex Party”? É uma provocação? O que você pensa sobre o deputado?
Este assunto não é brincadeira! Eu tenho vários amigos negros que têm crianças pequenas e sempre tiveram problemas horríveis no colégio por causa da cor. Eu conheço a realidade dessas crianças de perto, assim como a realidade de gays adolescentes. Não precisamos que um idiota, mal informado e que se diz cristão incentive a descriminação e a violência contra negros e gays. Acho esse tal de Bolsonaro um idiota. Ele deveria ser afastado da política brasileira, assim como a Miriam Rios, o Pastor Édino Fonseca, entre outros imbecis homofóbicos que usam o nome de Jesus Cristo em vão. Algumas pessoas não entendem a obra, mas a escultura aborda ainda um protesto contra as campanhas homofóbicas como a da Igreja Batista americana “God hates Fags” (“Deus odeia os Viados”). Eu troco a palavra “odeia” e coloco a palavra “ama”. A escultura também tem a inscrição “A realidade é que às vezes fazemos sexo sem camisinha”, ou seja, um alerta sobre sexo sem proteção. Muitas pessoas criticam a escultura por falta de conhecimento sobre questões importantes relacionadas ao mundo gay. Quem não tem conhecimento sobre esses assuntos só consegue ver uma cena desnecessária de sexo.

Sofreu algum tipo de preconceito no Brasil? E nos EUA?
Preconceito existe em todos os lugares e nunca vai acabar. A diferença é que as leis nos Estados Unidos funcionam e no Brasil não.

Teve algum problema com a Igreja por conta dos seus trabalhos?
Sim. Os crentes sempre me atacaram. Sempre foram gritar e fazer orações nas minhas exposições no Brasil. Escrevi sobre isso na minha autobiografia “O Anjo de Butes”.

Pretende trazer uma mostra para cá?
Vou expor em Brasília, em junho, com o apoio da PLUS, galeria que me representa no Brasil e umas das poucas no país, junto com a Choque Cultural (SP), que tem uma visão mais aberta e atualizada sobre o que acontece em artes no exterior. Se tudo der certo, vou levar a escultura Bolsonaro’s Sex Party comigo. A escultura agora faz parte da Fundação Leslie Lohman, que há alguns meses se transformou oficialmente no primeiro museu de arte gay dos EUA. Estamos em negociação.

Para conhecer a obra de Carpaneda, visitem o site.

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03
Jan 12

Jovens Colecionadores de ARTE, na ZELO mag


Foto: Angela Motta

 

JOVENS COLECIONADORES DE ARTE

Por Andrea Regis

 

Eles estão entre os 30 e 40 anos de idade e escolheram colecionar obras de arte, fazendo emergir um tímido, mas promissor, movimento no mercado local.

 

Com bom humor, Frederico Telho nem hesita em contar que, para a família, ele não passa de um louco. Assim o advogado e servidor público federal é considerado por ter as paredes repletas de obras de Arte – do chão ao teto – com a cumplicidade e aval da esposa Eloína.  Aos 32 anos, Frederico é apenas um dos representantes de uma nova geração de consumidores de Arte que desponta em Goiás. Eles são jovens que elegeram como um dos grandes prazeres da vida serem colecionadores de Arte.

 

O ano de 2006 foi o divisor de águas. “Entrei no Atelier Galeria de Arte e Molduras, em Goiânia, e vi um quadro de Antônio Poteiro, no cavalete: era Ciranda de Anjos, de 2002, com fundo azul, diferente das outras do artista. Perguntei se haviam deixado para trocar a moldura e o dono do local (hoje, meu caro amigo senhor Ronaldo), disse que era para vender, em consignação. Minha sogra, Maria do Rosário, me acompanhava e incentivou a comprá-lo. Não hesitei! Foi minha primeira obra de Arte e pela qual tenho um carinho especial. Assim, sem saber, me permiti. Deixei que minha adoração pela Arte fluísse e que eu pudesse adquirir outros trabalhos”.

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06
Dec 11

Já pensou no seu presente de final de ano?

Cartões serigrafados Plus, de Lupe + Oscar Fortunato

Você presenteia. Nós entregamos.
Envio Sedex (grátis) durante todo o mês de dezembro de 2011.

Ao fechar a compra, informe se é para presente e para quem e onde (endereço completo com CEP) devemos enviar.

Cada presente vai com um cartão como este junto, devidamente preenchido.

A PLUS Galeria trabalha com originais (obras únicas) de jovens artistas brasileiros e gravuras (múltiplos) 100% feitos pelos próprios artistas.

Pense. Diferente. Pense. PLUS.

www.plusgaleria.com

 

Cartões serigrafados Plus, de Sabrina Eras + Oscar Fortunato

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17
Nov 11

Contendo Arte . DOC

por Alessandra Fratus

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04
Nov 11

COSMOPOLISTAS e o Bazar Sophistiqué

Gêmeas, Leandro Dário. 1m x 60cm

Exposição Cosmopolitas

Uma mulher cidadã do mundo. Sem fronteiras. Essa é a mulher dos anos 10. Com esse mote, o Bazar Sophistiqué e a Plus Galeria apresentam a exposição Cosmopolitas. A mostra é diferente, a começar pelo formato. As 21 obras estão em um container de luxo, com seis metros de comprimento, na entrada do Oliveira’s Place, onde acontece o Bazar.

A exibição é composta exclusivamente de retratos de mulheres, em diversas técnicas como aquarela, acrílica, nanquim e colagem. As obras são assinadas por artistas renomados como Fernando Carpaneda (NY), Lupe (RJ), Sabrina Eras e Leandro Dário (SP), e os goianos Oscar Fortunato , Diogo Rustoff, El Mendez, Marcelo Peralta e Marcelinho Henrique. A curadoria é da Plus Galeria e foi feita especialmente para o Bazar Sophistiqué.

Serviço

Local: Oliveira’s Place, Rua T-37, nº 3.839 Setor Bueno, Goiânia, Goiás.

Data: 17 a 19 de novembro, das 10 às 22 horas

Entrada franca

Estacionamento privativo gratuito.

 

Assessoria de Imprensa e texto:  Andrea Regis

(11) 8472-4008 e (62) 9690-1878

Container de 6 x 2,4 m grafitado por Diogo Rustoff e ARXV

 

Bazar Sophistiqué, décima edição

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26
Oct 11

Plus VANITAS

Vanitas, by Lupe

” O conceito de vanitas, ou a natureza transitória da vida, serviu de inspiração para artistas e artesãos por milênios. Quase todos os movimentos artísticos, do Barroco à arte neo-pop, pós-impressionismo ao surrealismo, têm explorado o tema na pintura, escultura, fotografia, joalheria, vídeos, gravuras e objetos. Uma interpretação bastante comum desse gênero de obras é aquela que as identifica com uma mensagem de cunho moral a partir da idéia de vanitas. ‘Vanitas’ significa ‘vazio’: o vazio do que é efêmero, das coisas terrenas; e é o vocábulo latino que, no português, está tanto na origem do substantivo ‘vaidade’ quanto na do adjetivo ‘vão’. É possível, assim, entender a maior parte das naturezas mortas não apenas como demonstração de virtuosismo artístico, mas como alegorias morais, como mensagens que lembram ao homem a passagem do tempo e, sobretudo, a certeza da morte e transitoriedade da vida. ”  Guido Cavalcante

Vanitas, by Sabrina Eras

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22
Oct 11

+ sobre o incrível trampo de Zé Otávio

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05
Oct 11

Contendo Arte na Midia 2

GIRO

Coluna assinada por PX Silveira, 05 de outubro de 2011

http://www.dmdigital.com.br/index.php?edicao=8732&contpag=1

 

Green Nation

http://www.greennation.com.br/pt/post/1323/Contendo-Arte

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05
Oct 11

Contendo Arte na Mídia 1

G1

http://g1.globo.com/goias/noticia/2011/09/exposicao-transforma-conteineres-em-galerias-de-arte-em-goiania.html

 

Super Interessante

http://super.abril.com.br/blogs/ideias-verdes/nada-de-cargas-conteineres-em-goiania-promovem-arte-e-sustentabilidade/

 

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