March, 2012


26
Mar 12

Osvaldão

WIP serigrafia de Osvaldão por Oscar Fortunato

Osvaldo Orlando da Costa ou Osvaldão (Passa-Quatro, 27 de abril de 1938 — Araguaia, 4 de fevereiro de 1974) foi um guerrilheiro marxista brasileiro e um dos principais integrantes da Guerrilha do Araguaia, ocorrida na região Norte do Brasil na década de 1970.

Membro do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), foi obrigado a viver na clandestinidade depois do golpe militar de 1964, quando passou a ser procurado por sua militância. Antes, porém, foi campeão de boxe pelo Club de Regatas Vasco da Gama, do Rio de Janeiro, e formou-se em engenharia de minas, em Praga, na Checoslováquia, onde viveu alguns anos.

 

Araguaia

Osvaldão foi um dos primeiros militantes comunistas a chegar na região do Araguaia, em 1967, com a missão de implantar uma guerrilha junto com outros companheiros. De acordo com as instruções do Partido, que pregava uma mistura dos militantes com os habitantes da região, estabeleu-se como garimpeiro, caçador e mariscador. Tornou-se, em pouco tempo, o maior conhecedor da área ocupada pelos guerrilheiros e bastante popular entre os camponeses e agricultores do Bico do Papagaio, a região no sul do Pará onde o PCdoB se estabeleceu.

Como comandante do Destacamento B, um dos três do movimento guerrilheiro, ele participou com êxito de vários combates contra as tropas do governo, a partir de 1972. Devido à sua formação militar, adquirida nos tempos em que foi oficial da reserva do CPOR (realizado concomitantemente com o curso de Máquinas e Motores na Escola Técnica Nacional – Estado da Guanabara) e de um posterior adestramento militar na China, era um dos guerrilheiros mais temidos pelo Exército.

Considerado mítico e imortal pelo povo morador do Araguaia, que o acreditava ser capaz de transformar-se em pedra, árvore ou animal foi o autor da primeira morte militar durante a guerrilha, quando durante um encontro na mata com uma patrulha do exército matou a tiros o cabo Odílio Cruz Rosa.

Osvaldão foi morto com um tiro de carabina quando descansava num barranco, em 4 de fevereiro de 1974, nos estágios finais da ofensiva militar que aniquilou a guerrilha, pelo mateiro Arlindo Vieira ‘Piauí’, um conhecido seu que na época havia virado guia das patrulhas militares. Seu corpo foi pendurado num helicóptero que sobrevoou várias áreas da região a mostrar aos caboclos locais que o ‘imortal’ guerrilheiro estava morto. Decapitado por um sargento do exército, seus restos foram deixados na mata e nunca encontrados.

Fonte: Wikipedia 

 

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24
Mar 12

PESSOAS SOLTAS

Pessoas Soltas, por Oscar Fortunato
Texto Guga Valente

Toda vez que eu vou ao Karatê, arte marcial que me ajuda a liberar meus monstros e me obriga a tentar ser melhor, vejo uma pessoa solta na rua, exposta, lambida nalgum canteiro. “Pessoas soltas” é uma agressão. Porque todos os dias faço os mesmos caminhos, pelas mesmas ruas, vejo as mesmas buzinas e ouço as mesmas cores prateadas de carros [agora são brancos, agora são brancos]. Uma pessoa solta é uma pessoa alheia à constituição da cidade como ela vem sendo constituída. Constrói como quer; interfere; inflige; provoca; instiga; ri. “Pessoas soltas” me lembram pessoas livres, pessoas desinteressadas, pessoas independentes, pessoas felizes, pessoas desobrigadas, pessoas pouco-se-fodendo, pessoas pessoas. Fico me perguntando: o que me prende? O que me limita? O que me tapa a visão periférica? Como vencer essas teias invisíveis que seguram meu corpo e não me deixam seguir? Pessoa solta. Quero ser uma pessoa solta, quero ser uma pessoa solta.

Quero pouco-me-foder.

 

 

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22
Mar 12

Março

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15
Mar 12

Plus na UOL empreendedorismo

Aprenda com pequenos empresários como fazer sucesso nas redes sociais

Izabela Ferreira Alves
Do UOL, em São Paulo

Não há fórmula mágica para conquistar seguidores ou fãs para a sua empresa nas redes sociais. Cada empreendedor deve buscar o tom mais adequado para se comunicar com seu público pela internet, de acordo com a realidade do seu negócio.

Mas é possível se inspirar em boas ideias. Conheça dez iniciativas criativas de pequenos empreendedores que tiveram sucesso ao divugar suas empresas nas mídias sociais. Eles dão dicas e ensinam como conseguiram, muitas vezes na tentativa e erro, encontrar boas estratégias para marcar presença na internet.

Como marcar presença nas mídias sociais

Lydia Himmen, tela de Rustoff atrás e arte de Ramon Rodrigues na pele por Virginia Burlesque

Lydia Himmen, dona da Plus, uma galeria de arte online em Goiânia (GO), percebeu que, para seu negócio, o pulo do gato é a qualidade da imagem associada a um conteúdo bacana.

Por isso, ela prefere participar de redes sociais que oferecem ferramentas próprias para o tratamento e compartilhamento das fotos, como Flickr, Instagram e Thumblr.

O cuidado na produção das fotografias bem como dos comentários é fundamental. “Dá muito certo fazer contato com os artistas e postar o passo a passo da criação de uma obra. Arte envolve encantamento e esse processo de transformar as matérias primas em uma peça é mágico, as pessoas gostam de saber como foi feito, quais foram as etapas percorridas.”

No blog e no site institucional, há os links para outra boa ideia: a página das exposições. O internauta vê todas as obras, lê o texto produzido pelo artista para aquela exposição, escuta a trilha selecionada para fruição das peças, preenche a lista de presença e pode fazer o download do catálogo. No blog, há também o botão para acessar a loja virtual, tudo muito clean e interligado.

 

LINK do UOL

 

Estivemos na chamada do Portal

 

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